terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Chuva de sonhos

Eu quero sentir a gota forte da chuva

massageando meu corpo lá fora.

Eu quero pingos cristalizados e sonhos recheados.

Eu quero um sonho de verdade,

daqueles que se come com o coração,

se saboreia com felicidade,

se lambuza com amor e se engole de olhos fechados

sentindo o gosto de bondade, sem futilidade.

Eu quero beber o suco da chuva; liberdade.

Eu quero gozar das utopias com verdade.

Eu gosto dos sonhos sonhados,

dos pingos molhados

e dos sonhos recheados que se come com vontade!

2 comentários:

David Sento-Sé disse...

Não há chuva que lave o sal da alma,
não há alma que se lave em lágrimas,
não há lágrimas que se escondam na chuva.
Haverá sempre sal nas lágrimas, e em toda chuva, haverá saudade.


Amei o texto poetinha. Lindo, lindo.

beijo chovido pra você.

Marisa Matos disse...

Obg =D
Beijo sereno

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